La Coctelera

Categoría: 4 técnicas

experiencia en entrevistas

1. Don't put words in people's mouths. In fact, talk as little as possible. A pause that's a bit longer than a pause would be comfortable in everyday conversation can work wonders in provoking further insights from a respondent. It signals that you're waiting for them to say more, and gives them time and space to think more deeply. (See? Awkward pauses aren't a reflection on your social skills. It's a research technique.)

Yes, you have to say things sometimes, but you don't have to say a lot. Often just saying "Hmm" will provoke an interviewee to expand on an idea or offer up new information. "Can you say a little more about that?", repeating an interesting word mentioned by the respondent in a questioning tone, briefly re-stating what the respondent just said to make sure you're understanding can also all be interview gold.

2. Try to avoid positive or negative feedback. Listening to lots of interviews about people's experiences with illicit drugs gave me a clearer idea of why this can be a good guiding concept. If an interviewer says "That's wonderful" in response to someone's description of a recent attempt to quit using a substance, the respondent may react by emphasizing quitting attempts and downplaying current use, for example. There's no getting around the feedback loop between an interviewer and a respondent, and that loop can be an important part of analysis, but avoiding positive or negative feedback as much as possible can often produce information that is less aligned with the interviewer's biases.

3. Expect to be surprised. But don't expect anything else. A difficult part of the notion that interviewers should avoid positive or negative feedback is that not getting much feedback can make some people shut down. Also lots of people use expressions with a positive inflection like "That's great" as conversational support.

For me the word "interesting" can be a good compromise - partly just because it's a word I say too much anyway. What's not interesting? But "interesting" can also be a way to let people know that you want to hear more without expressing a judgment about the content of what they're saying, and without imposing "common sense" expectations about what people are saying or how they're interpreting it. If I say someone's attempt to quit using a substance is "great," I might not learn that, for example, quitting made the respondent realize all the things they enjoy about the substance and that they never want to quit using it again.

4. Respondents are the experts on their own experiences. You are just there to listen and learn. It can be helpful to say something at the beginning like "I might ask some questions that seem really dumb or obvious. That's just part of the interview process. You're the expert, and I want to try to understand how you see things, in your own words." You don't necessarily have to ‘lead' an interview. Sometimes what seems like a tangent in the moment ends up being the most meaningful part of an interview.

But yeah, you do have to guide people, and manage how much you need to cover in a limited amount of time. In an interview where the interviewer and respondent can see each other, body language can work really well for this. Although introverted or shy people may not always be great with body language, it can be more manageable when you understand your role as primarily listening, and the spotlight is not on you. One visual cue that I use in interviews is hunching down and making myself visually lower than the respondent. They're the expert. When I need to jump in and it's hard to find a good pause, I sit up straighter, maybe shuffle around some papers. This usually produces a pause and I can jump in without it feeling like a jarring interruption.

5. Recruiting complete strangers can totally work. When I've needed to "get out and meet people" for a recruiting effort, I have found that handing out flyers in person has worked best for me. (A) I don't have to give a spiel. (B) The people I'm encountering don't have to waste time trying to figure out whether/how to engage with the possibly crazy person's spiel, but can just read the flyer if they feel like it (assuming literacy or language differences aren't an issue) and then let me know if they're interested. If you're a smile-y sort of person, smiling can help, or just generally looking approachable. You don't necessarily have to be the life of the party who has mastered circulating and networking though. People may find it easier to approach you on their own terms.

Rachelle Annechino (22-3-2012)  Interviewing for Introverts (post) Ethnography Matters

otras metricas para estrategia distribuida

La arquitectura de la red demanda otro tipo de estrategias, menos basadas en la lógica de un imán e infinitamente más enfocadas en la naturaleza de la distribución. Crecer en audiencia, probar nuestra relevancia, ya no es equivalente a reunir públicos en un único lugar, ya sea un sitio web o un perfil en Facebook. (...)

En cuanto a métricas confiables sobre cómo se consumen y circulan los contenidos editoriales en las redes, no necesitamos medir el tiempo real con categorías del pasado.

El rediseño de la relevancia es también el rediseño de las mediciones que usamos para entenderla. Fans y followers es lo más parecido a visitas que encontramos en las redes. Como fueron los usuarios de los sitios a los lectores de los diarios.

La nueva relevancia no es desplazar el centro de los sitios a las redes. Es entender la dinámica de un conjunto expansivo. No es responder sólo a cuánto, sino a cómo, en qué circunstancias y por qué. Necesitamos patrones mínimos de mutación.

Pablo Mancini 18-3-012 Métricas para la atención en las redes Amphibia

Desde Twitter tenemos un salpicadero variado de noticias cuando se busca un refresco de la actualidad y Facebook aporta también información complementaria pero desde círculos más cercanos de conocidos. Los comentarios a un estudio de Pew Internet indican que en ningún caso las redes sociales sean fuentes o canales principales de información (comentario en ciberjournalist.net)

entrevistas

As entrevistas exploratórias afiguram-se de grande utilidade para o investigador uma vez que podem contribuir para “encontrar pistas de reflexão, ideias e hipóteses de trabalho” (Raymond Quivy et al., 2003, p.70). São também uma oportunidade do investigador se confrontar com a possibilidade de existirem dimensões do problema que não havia antecipado e de se abrirem novas pistas para acrescentar valor ao estudo. Permitem, finalmente, ”não nos lançarmos em falsos problemas, produtos inconscientes dos nossos pressupostos e preconceitos” (Raymond Quivy et al., 2003, p.78).

As entrevistas exploratórias podem adoptar uma variedade de formas, sendo a mais comum a entrevista “semi-estruturada” (Calos Moreira, 2007, p.203; Raymond Quivy et al, 2003, p.74) ou “semi-directiva” (Raymond Quivy et al, 2003, p.74), pois em investigação social, as entrevistas exploratórias nunca são rigorosamente não directivas (Raymond Quivy et al, 2003). Neste tipo de entrevista define-se um conjunto de questões sobre as quais se procura que os entrevistados discursem livremente, “um guião” (Carlos Moreira, 2007, p.205). A entrevista baseada num guião é segundo Loffland e Loffland (1984) “a que melhor corresponde à essência da entrevista qualitativa” (cit in Carlos Moreira, 2007, p.205). Com a mesma liberdade, isto é, de uma forma muito aberta e sem a utilização de uma grelha de análise precisa, vai proceder-se à exploração das entrevistas realizadas, tentando pôr em evidência as ideias-chave e verificar eventuais concordâncias ou divergências dos entrevistados. Far-se-á também uma reflexão sumativa sobre as mensagens que foram transmitidas pelos entrevistados e que sejam relevantes para o problema. Finalmente, procurar-se-á articular as ideias reveladas das entrevistas com as leituras realizadas.

Em síntese, o objectivo da realização das entrevistas exploratórias será incorporar no estudo, de forma livre e espontânea, a riqueza da experiência e o fundo do pensamento dos entrevistados, pessoas que lidam no seu quotidiano com o problema.

O desenho das entrevistas Para a realização das entrevistas e escolha dos entrevistados seguiu-se a orientação sugerida por Raymond Quivy (2003). Segundo aquele autor, existem três classes de interlocutores com quem pode ser útil realizar uma entrevista exploratória. “Primeiro, docentes, investigadores especializados e peritos no domínio de investigação implicado pela pergunta de partida. A segunda categoria de interlocutores recomendados para as entrevistas exploratórias é a das testemunhas privilegiadas. Trata-se de pessoas que, pela sua posição, pela sua acção ou pelas suas responsabilidade, tem um bom conhecimento do problema. Finalmente, a terceira categoria de interlocutores úteis: os que constituem o público a que o estudo diz directamente respeito” (Raymond Quivy et al., 2003, p.71).

Os entrevistados da segunda e da terceira categorias enunciadas por Raymond Quivy (2003) são os que trazem maiores riscos de desvio para a investigação “devido à ilusão de transparência; directamente envolvidos na acção, tanto uns como outros são geralmente levados a explicar as suas acções, justificando-as. A subjectividade, a falta de distância, a visão parcelar e parcial, são inerentes a este tipo de entrevista” (Raymond Quivy et al, 2003, p.72).

De la tesis de Sandrina Teixieira

Mas bibliografía sobre la entrevista

actualizar el análisis de discurso web

El decanato me impide mantener lo que propuse para la red social de la universidad.

Pero sigo viendo que el análisis del discurso web es una de la bazas metodológicas de este momento y lo defenderé en la próxima reunión de la sección de teorías y métodos los días 13 y 14 en Madrid, entre los congresos preparatorios de la AE-IC. org.

Comentaba a José Luis Orihuela, que Twitter es clave en este momento en gestión de reputación; pero también en construcción de comunidades, para los medios como para otras organizaciones. Por muchas herramientas y aplicaciones que hagamos, no está resuelto el aprendizaje y el diseño de investigación para estas breves y poderosas interacciones.

Las caras más vistas de la twittesfera

Salió este fin de semana una nota sobre tuiteros gallegos en Faro de Vigo por Rafa López. Galicia está que trina revisa personalidades, famosos, que han debido animar con su ejemplo a los locales. Deportistas, políticos y vieja guardia del blogomillo mantiene los seguidores más altos. No queda claro para qué, ¿qué colectivos construyen? Parece un amplificador personal y poco más.

El estudio que me recomienda Sandy Moragón es comentado por mi querida Dolors Reig y está hecho por Yahoo Research: Who Says What to Whom on Twitter. Dolors informa de la idea general sobre la Twittesfera. La clasifican en  el informe como media, celebrities, bloggers, organizaciones y público general. Que pobreza de categorías para los académicos, pero bueno así es la investigación social. Prometen seguir con un despiece más detallado de contenidos por sector.

Twitter funciona como un medio en cuanto la atención general está concentrada en unos pocos. Los bloggers son los más abiertos y producen más que el resto, que sigue más a los de su sector. Confirman la teoría de la comunicación en dos pasos por mediación de influenciadores, lo que tiene toda la pinta de resucitar una teoría de medios más que de explicar qué es lo distintivo de Twitter antes de clasificarlo como medio.

De lo que comenta Reig me sorprende, aunque ya me voy acostumbrando, de que las organizaciones no sigan ni siquiera la información de su sector. Queda pendiente para una revisión más detallada. No por lo que pueda decir en el análisis de contenido posterior sino también por qué no hacen análisis de discursos, al menos de los discursos más protagonistas o más seguidos, comentados y transformados en cada sector.

comunicación y Discurso Institucional

Las formas hacen mucho y sobre todo en las instituciones.

Leo Phillips, Nelson, Lawrence, Thomas B y Hardy, Cynthia Discourse and Instituciones. Academy of Management Review; Oct 2004, Vol. 29 Issue 4, p635-652, 18p, 2 Diagrams

(dejo una traducción automática de una parte introductoria).

Los investigadores sociales se han centrado en la investigación de acciones.

Desde hace unos años la investigación organizacional se aproxima a la sociolingüística. Con mucho sentido estos profesores australianos recomiendan acercarse a los textos organizacionales para conocer cómo se institucionalizan las organizaciones.

Citan por ejemplo un estudio que sostiene que los masters en las escuelas de negocio han desarrollado la cultura de las corporate, su estructurada en divisiones. En realidad son medidas de diversificación para asegurar finanzas y gestión.

Pero se realizan por prohibiciones y recomendaciones, premios y castigos...

Y los textos son claves: plan estratégico, organigrama, informes.....

Hay documentos que están llamados ocupar sitios destacados en el discurso institucional. Los documentos legitimadores, explicaciones y mensajes reiterados alcanzan gran impacto y difusión como testimonios y rumores.

La autoridad es un grado, y no se gana sólo con cargos, pero también se puede reconocer fuera, entre públicos periféricos o activistas, y citan a Greenpeace en un ejemplo.

Los formatos más populares, constituidos cómo género aportan además contexto explicativo y familiaridad con sus rutinas de lectura o interacción.

Consejos y herramientas para medios sociales (V Puig)

El diseño es más importante que las aplicaciones y debe ser previo a la selección. Revisa los consejos antes de probar las aplicaciones.

combinando medios y redes en investigación de reputación

El gráfico del Reputation Institute sirve un buen ejemplo de investigación de públicos diversos desde distintas relaciones con ellos.

Podemos buscar menciones y posicionamientos en medios de comunicación para medir imagen y unas relaciones más institucionales o fijarnos además en las menciones positivas y negativas, con las recomendaciones o avisos, en foros y medios sociales.

Una adaptación de metodologías mediáticas se propone para estudios de redes sociales. En un artículo reciente veo recuperar la agenda setting de McCombs y Carroll 2003. Estudiando la cobertura (primera agenda) y el tono (segunda agenda) en los medios (destacan los estudios de medios impresos), se relaciona con la agenda de los públicos, por agregación de variantes de percepción de paneles con determinadas exposiciones a determinados medios.

La influencia de los medios también alcanza a las distintas dimensiones de la reputación en el esquema de Fombrun-van Riel 2003.

Andreina Mandelli, Lorenzo Cantoni (2010) Social media impact on corporate reputation. Proposing a new methodological approach. Cuadernos de información, ISSN 0717-8697, Nº. 27, 2010 , págs. 60-74. pdf

Proponen considerar la reputación organizacional a nivel macro como la suma de la mención social en medios, la cobertura en medios de comunicación y otras variables sociológicas o coyunturales que se relacionen con las reputación organizacional.

El estudio se completa con una evaluación de la exposición de determinados individuos (según los distintos stakeholders) a las redes sociales, a los medios de información y otras variables individuales de interés para estos perfiles.

La actualización de este debate histórico es interesante por el tratamiento de cuestiones clásicas como el alcance de los contenidos mediáticos o mediados y la evaluación de las declaraciones individuales sobre dimensiones corporativas.

Por otra parte llama la atención una perspectiva bastante individualista de las redes sociales en las que no aparecen las comunidades ni las esferas de influencia que caracterizan a las colas de estas redes o agrupaciones en internet.

La percepción de la influencia mediática a través de intermediarios (two steps theory) quizá permita aproximaciones a los medios más cercanas a la relación y comunicaciones en redes sociales. En cualquier caso no tenemos pasarelas directas ni puentes sencillos.